Quando é demais? Quando é valorizar muito pouco?
Acredito que supervalorizar algo não seja ruim, apenas perigoso, afinal se você supervaloriza é por que gosta de fato, não?
Eu sempre supervalorizo as coisas que amo e que são essenciais pra mim, até por que acho que se não o fizesse, outro faria e não seria legal.
Mas e quando você acha que essa valorização não é recíproca? Aliás, e quando VOCÊ acha que não está valorizando o suficiente?
O que é valorizar?
“valorizar
v t valorizar [vɐluri'zar]
1 dar valor a
valorizar a amizade
2 aumentar o valor de
As obras valorizaram o apartamento.
v pron valorizar-se [vɐluri'zarsə] ganhar mais valor
valorizar-se pelo estudo
O euro valorizou-se em relação ao dólar. “
Então, podemos dizer que supervalorizar não é algo tão ruim se tomarmos esse dicionário como base, não é?
Mas e a hipo-valorização? Quando você não valoriza, ou se valoriza, logo pensa que está dando valor de mais? Afinal, se você valoriza e acha que é demais você começa a desvalorizar, isso é bom?
Fato que sempre vou valorizar tudo o que tenho, minha namorada, meus amigos, meu violão e minha família são tudo para mim, eu supervalorizo isso tudo sem medo de ser feliz até por que se eu tiver medo de ser feliz aí é que não vou ser mesmo.
[ e de algum modo bizarro, eles me fazem muito feliz. ]
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
NOVO AMIGUINHO
Agora teremos algumas participações, mais um para o grupo, as vezes os textos serão da autoria de Vinícius Ferraz, espero que gostem.
Obs.: Sem afobação um dia ele surta e resolve se apresentar, ou não.
Obs.: Sem afobação um dia ele surta e resolve se apresentar, ou não.
Organização não tão em ordem
Marília Asterito,
Vinícius Ferraz
domingo, 20 de setembro de 2009
A simplicidade
Ultimamente tenho me perguntando se não me tornei banal, simplificando muitas as relações, tudo o que sempre acreditei sobre pessoas... Não que as deixe sem seu devido valor, apenas não as super valorizo, vejo mais suas limitações e não espero grandes atos filantrópicos ou de generosidade. Me provo isso com as conclusões que chego, a algum tempo atrás - em uma terra não muito distante - eu tinha uma mania de fazer descobertas e de querer compartilhá-las, tentar passar para os outros a beleza que eu via em coisas simples e as conclusões obvias que todos insistiam em ignorar por comodidade muitas vezes, só que com o tempo vem a noção de que as pessoas realmente não se importam com isso, estão tão presas a sua vidas complexas e cinzas que acham que nada poder mudar-las, nem mesmo se por acaso pararem para notar um pôr-do-sol ou simplesmente fecharem os olhos, limparem a mente e ouvirem o mar, elas nunca tem tempo e muito menos paciência para tal, não veem funcionalidade nisso. Agora, me respondam, como é possível se relacionar com pessoas que não notam a beleza nas coisas mais simples, as olham como um ar de 'isso é tão comum' tiram todo o encanto e entregando a mão da banalidade? Eu valorizo sim as coisas simples não as deixo se tornarem insignificantes, não me deixo e não consigo deixá-las de lado, sei que quando se permite isso a única coisa que se pode ganhar é um dia sem cor. Desejo mais é que tudo seja simples e que não esqueçamos disso nos momentos mais complicados.Até lá, sou mais feliz com quem entende que nem tudo é resultado de grande atos.
E que tudo seja simples. Simples como um sorriso de uma criança ao se deparar com o mar, com suas ondas e sua espuma. Simples como o mar é, forte mas nunca acomodado com seu poder, sempre em busca de algo. Simples como a areia que é feita de milhares de grãos que sós não tem força alguma. Simples como um avião de papel, que com suas linhas puras e ingênuas, tenta se lançar ao ar aproveita seu momento de êxtase e cai sem graça no chão, porém, feliz por saber que tentou e por alguns segundos, os mais breves que fossem, conseguiu, sentiu o ar em suas asas, se sentiu livre, vivo. Sejamos nós assim, como o sorriso de uma criança, como o mar, como a areia e como um pequeno avião de papel, sejamos simples.
A simplicidade é a coisa mais complexa de se alcançar.
Detalhe: não se precisa morar em uma cidade maravilhosa para alcançar tais momentos, pelo contrário, é tão mais interessante achar os oasis no deserto do que seguir o mapa. Quer uma dica? Pra quem mora em Nova Iguaçu, vá ver um pôr-do-sol no viaduto da posse, aproveite enquanto não é consumido por monstros de sei lá quantas rodas. Acreditem, faz a diferença, por sinal, achei o meu programa de hoje.
Se cuidem e vivam.
E que tudo seja simples. Simples como um sorriso de uma criança ao se deparar com o mar, com suas ondas e sua espuma. Simples como o mar é, forte mas nunca acomodado com seu poder, sempre em busca de algo. Simples como a areia que é feita de milhares de grãos que sós não tem força alguma. Simples como um avião de papel, que com suas linhas puras e ingênuas, tenta se lançar ao ar aproveita seu momento de êxtase e cai sem graça no chão, porém, feliz por saber que tentou e por alguns segundos, os mais breves que fossem, conseguiu, sentiu o ar em suas asas, se sentiu livre, vivo. Sejamos nós assim, como o sorriso de uma criança, como o mar, como a areia e como um pequeno avião de papel, sejamos simples.
A simplicidade é a coisa mais complexa de se alcançar.
Detalhe: não se precisa morar em uma cidade maravilhosa para alcançar tais momentos, pelo contrário, é tão mais interessante achar os oasis no deserto do que seguir o mapa. Quer uma dica? Pra quem mora em Nova Iguaçu, vá ver um pôr-do-sol no viaduto da posse, aproveite enquanto não é consumido por monstros de sei lá quantas rodas. Acreditem, faz a diferença, por sinal, achei o meu programa de hoje.
Se cuidem e vivam.
Organização não tão em ordem
Marília Asterito
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Passagem
Hoje, depois de ver uns 3 filmes e tomar milhares de remédios, durante um repouso chato, estava pensando no passado e as coisas que [talvez] deixei pra traz.
E nessa possível lista, estava o blog e por alguma razão senti falta disso aqui, sinceramente não sei porque!
Talvez seja porque passei boas fases escrevendo aqui ou então senti falta de escrever algo descente. Não que esse post vá ficar ótimo, mas sei lá, às vezes é bom, pelo menos, tentar.
Mas enfim, estou sentindo falta de algumas coisas que eu tinha antigamente, minha liberdade, meu esporte, minha música, meus abraços, coisas que eu não tenho mais pelo simples motivo de não correr atraz pra ter. E o que aprendo nisso? É preciso correr atráz das coisas que gostamos, mas não é tão simples assim.
Sinceramente, não sei porque ainda insisto em levar umas coisas pra frente.
Umas coisas são pra vida toda e as outras são apenas fases e partem de interessem diversificados, que por sinal, um dia mudam porque as vezes é apenas preciso!
E é nessa hora que me toco e lembro que mudar faz bem!
E nessa possível lista, estava o blog e por alguma razão senti falta disso aqui, sinceramente não sei porque!
Talvez seja porque passei boas fases escrevendo aqui ou então senti falta de escrever algo descente. Não que esse post vá ficar ótimo, mas sei lá, às vezes é bom, pelo menos, tentar.
Mas enfim, estou sentindo falta de algumas coisas que eu tinha antigamente, minha liberdade, meu esporte, minha música, meus abraços, coisas que eu não tenho mais pelo simples motivo de não correr atraz pra ter. E o que aprendo nisso? É preciso correr atráz das coisas que gostamos, mas não é tão simples assim.
Sinceramente, não sei porque ainda insisto em levar umas coisas pra frente.
Umas coisas são pra vida toda e as outras são apenas fases e partem de interessem diversificados, que por sinal, um dia mudam porque as vezes é apenas preciso!
E é nessa hora que me toco e lembro que mudar faz bem!
Organização não tão em ordem
Grazi Cardoso
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Quantas funções mesmo?
Imagine a seguinte situação: você esta de férias, completamente sem sono, com praticamente todos os seus contatos online em muitas conversas [nada] construtivas, atualizando seu blog e fazendo o download [ilegalmente, claro] do filme com seu ator preferido até que, puff... Sua conexão cai, pronto, é o fim, te deixa com um péssimo humor e irritado com o mundo, não só o virtual... Você passa a procurar milhares de outras coisas para fazer diante da tela e percebe que já editou tudo o que tinha pra editar, que aquele jogo definitivamente já te cansou e que todos os seus filmes disponíveis são chatos.
É incrível como resumimos uma máquina que antes ocupava uma parede de mais ou menos três metros a um simples notebook que parece ter o tamanho sob medida do seu colo, como limitamos suas funções, sua capacidade, não achamos graça se não estamos conectados e sofremos de uma de crise de abstinência só por estar uns dias sem. Limitamos o pc a internet, edição de fotos, músicas/filmes e alguns jogos, isso quando não somos obrigados a utilizar o querido Word para fazer um trabalho.
Reza a lenda que o personal computer é capaz de desenvolver mais de mil operações e eu não duvido nem um pouco disso, mas me fala, quantas você utiliza? Ou melhor, quantas você domina?
Por isso que eu digo que a melhor alternativa que eu sempre encontro é escrever um texto pro meu blog abandonado mostrando o quanto eu sou consciente de que a vida de internauta é deprimente, ainda mais de um internauta sem internet.
Ou então vou jogar Pinball...
domingo, 9 de agosto de 2009
Pois bem, cheguei
E aqui estou, após milênios sem postar, mas como a vida é feita de ciclos era preciso voltar...Não vou negar, estava sim com saudade do ‘meu território’, principalmente durante essas férias, mas ao mesmo tempo uma imensa falta de coragem me atingiu. Pois é, covardia... Patético, eu sei, mas as palavras me causaram uma espécie de fobia, tinha receio de parar para refletir seja qual fosse a questão, medo de concluir coisas óbvias mas chocantes, de restaurar dúvidas e vontades, achar pontos cegos e trazê-los a luz e ainda mais medo de transcrever, tornar-los visíveis, porque depois de tal etapa não há mais o que se fazer, não importa se você edita milhares de vezes, só de ter permitido tais pensamentos encontrarem as paredes do mundo real suas forças se multiplicam e podem te superar. Porém hoje a saudade falou mais alto, vou me tornar mais presente, pelo menos é esse o objetivo, mesmo tendo um sério problema com coisas contínuas, não garanto a minha presença mas não se surpreenda com ela.
Se cuidem
Se cuidem
Organização não tão em ordem
Marília Asterito
domingo, 21 de junho de 2009
Canibais de nós mesmo
antes que a terra nos coma
Qual o objetivo na vida de um ser humano? DEVORAR O PRÓXIMO! Sempre foi e sempe será assim, seja metaforicamente ou não. Criamos em nós uma necessidade de absorver toda e qualquer fonte que nos faça questionar como vivemos ou que nos crie a possibilidade de novos horizontes, qualquer estimulo que não seja habitual nos instiga. Só o que muda é a maneira como alguns responde a tal investida, você pode se impactar e esquecer ou sugar até a última gota.
[Haha, se cuidem amigos imaginários
Qual o objetivo na vida de um ser humano? DEVORAR O PRÓXIMO! Sempre foi e sempe será assim, seja metaforicamente ou não. Criamos em nós uma necessidade de absorver toda e qualquer fonte que nos faça questionar como vivemos ou que nos crie a possibilidade de novos horizontes, qualquer estimulo que não seja habitual nos instiga. Só o que muda é a maneira como alguns responde a tal investida, você pode se impactar e esquecer ou sugar até a última gota.
[Haha, se cuidem amigos imaginários
Organização não tão em ordem
Marília Asterito
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