Terça - feira, um ótimo dia para começar um blog não? Já tive uma centena de blogs mas nunca foram a frente, da mesma maneira que já tive uma centena de milhares de idéias para criar um, outras que acabaram passando. Só que essa é fruto de uma criação tão 'orgânica' que achei que vali a pena tentar. Fato que provavelmente daqui a uma ou duas semanas a empolgação passa e terei até esquecido a senha, mas até lá vamos aproveitar.
Esse principio tão espontâneo foi algo como aquelas lâmpadas que acendem em desenhos animados, quando você menos espera, que te dão grandes idéias. Sempre gostei muito de passear pelos blogs colecionando figuirinhas e ídolos, mas no domingo passado (15/02) foi um pouco atípico, passei uma boa parte da minha tarde de lendo Fabricio Carpinejar o qual, de um tempo pra cá, vem me ‘acompanhando’ e ‘compartilhando idéias’ sem ao menos saber, até ai nada muito anormal mesmo para um domingo na Cidade Maravilhosa, acontece que quando cheguei em casa li a coluna do Artur Xexéo na revista O Globo a qual, obviamente, adorei! Sempre passei os olhos sobre ela a qual, obviamente, adorei! Sempre passei os olhos sobre ela e a achava interessante e descontraída, mas acabei dando a ela uma atenção especial, talvez - mesmo que sem perceber - por não ter a coluna da Martha Medeiros, após ler, concordar e até mesmo ri parei e pensei 'É isso que eu quero ser, é isso que eu vou fazer por resto da minha vida! Escrever colunas sobre os mais variados assuntos, colunas que façam as pessoas sorriem, aliviarem as preocupações e as vezes repensarem quem são e o que podem ser.’ e logo em seguida veio o nome: Mamãe, quero ser colunista! Acho que se encaixa bem afinal. Até ai tudo ótimo, mas como desenvolver isso? E tem alguma maneira melhor de começar esse novo caminho de ‘colunista’ se não com um blog? Pois então, aqui estou, sem pretensão de ‘ser famosa, uma grande artista, gravar comercial, ser capa de revista...’ apenas com muitas idéias e algumas teorias sobre como conduzir melhor as situações que nos movem. Só um projeto de colunista.
e ai mãe, deixa?
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